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COORDENADORAS

Heloisa Fleury

Psicóloga clínica graduada pela PUC-São Paulo. Mestre pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Fundadora e coordenadora do Instituto de Ensino, Extensão e Pesquisa Aprender Vivo. Editora-chefe da Revista Brasileira de Psicodrama. Tesoureira da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes (IAGP); Membro do Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Editores Científicos (ABEC Brasil) e do Comitê Científico e de Pesquisa da Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS). Autora e organizadora de livros e autora de capítulos e publicações em revistas cient&í e;ficas brasileiras e internacionais.

Marlene Magnabosco Marra

Possui graduação em Psicologia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (1977), Mestrado em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília-UCB (2003), Doutora em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília-UnB (2015) e Estágio Sanduíche pela Tel Aviv University-UTA Israel (2014). Pesquisadora Colaboradora Plena da Universidade de Brasília – UnB, por três períodos (2016, 2018, 2020/2025). Pós-doutoranda pela Universidade de Brasília, no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura ( PPGPsiC0), linha de Pesquisa: Processos interacionais no contexto do casal, da família, do grupo, da comunidade. Professora desse mesmo programa de pós-graduação com as disciplinas: Tópicos especiais em Psicologia Conjugal e Familiar (2018,2019,2021); Seminário em Psicologia Clínica e Cultura (2019); Aplicação dos métodos clínicos on line para atendimento a casal, família e grupos (2021); Professora da graduação em Psicologia no Instituto de Psicologia (UnB) nas disciplinas Pesquisa em Psicologia Clínica e Pesquisa em Psicologia Clínica e Saúde Mental, Estágio Supervisionado Psicólogo – Área Intervenções psicossociais 1,2 e 3 – Área Intervenções psicoterapêuticas 1,2 e 3. Terapeuta, Professora-supervisora pela Federação Brasileira de Psicodrama - FEBRAP. Professora do Programa de Especialização em: -Terapia conjugal e familiar (ABRATEF); - Psicodrama clínico e socioeducacional (FEBRAP); -Práticas Colaborativas e Dialógicas (Interfaci/Houston Galveston Institute/Taos Institute); Psicoterapeuta de Casal, Família e demais segmentos. Realiza atendimentos a populações vulneráveis e supervisões à equipe do Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (CEPAV/Jasmim), da Secretaria de Estado de Saúde do Governo do Distrito Federal – Brasília/Brasil –Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Fundadora e Coordenadora pedagógica e docente do Instituto de Ensino, extensão e pesquisa Aprender Vivo em convênio com o Ministério da Educação (MEC), escola digital que ministra especialização em Terapia de casal, e família, Psicodrama e prepara profissionais Colaboradores de Múltiplas Práticas com famílias e grupos. Professora de pós-graduação em Psicodrama do Instituto de Pesquisa e Intervenção Psicossocial – INTERPSI (período de 1983 a 1995);coordenadora dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu, docente e orientadora de monografia do convênio entre a Pontifícia Universidade Católica de Goiás - PUC GO e o INTERPSI ( no período de 1990 a 2020).Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Relações Interpessoais, atuando principalmente nos seguintes temas: família, abuso sexual, violência familiar, processos grupais e de comunicação, comunidade, exclusão social, capacitação de profissionais e desenvolvimento de equipe. Membro do Conselho Deliberativo e Científico da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF). Foi presidente (por duas gestões) da Federação Brasileira de Psicodrama e presidente da Associação Centro-Oeste de Terapia Familiar - ACOTEF-DF. Foi membro do Board da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes - IAGP( 2012-2015) e Co- chair da Sessão de Terapia Familiar – IAGP(2012-2015).

PROFESSORES

Adalberto Barreto

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (1976) e graduado em filosofia e Teologia pela – Université Catholique de Lyon- França e Pontificia Universitas St. Thomas de Aquino- Roma Itália (1983), doutorado em psiquiatria pela Universidade René Descartes Paris V (1982) e doutorado em antropologia pela Haute École de Sciences Sociales de Paris e Universidade Lumiere Lyon 2– França (1985). Prof. Emérito Da Faculdade de medicina da UFC; Criador e coordenador do Projeto de Extensão da UFC “4 VARAS: UMA COMUNIDADE QUE CUIDA.” UM PROJETO INOVADOR, UMA REFERÊNCIA NACIONAL E INTERNACIONAL EM PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL COMUNITÁRIA (https://www.4varas.com.br/) berço da Terapia Comunitária Integrativa em Fortaleza-CE; Coordenador do Departamento de Saúde Mental Comunitária da WASP- World Association of Social Psychiatry; Criador e Presidente atual da Associação Brasileira de Psiquiatria Social filiada a WASP- World Association of Social Psychiatry. (www.apsbra.com.br).

Página: www.adalbertobarreto.com.br

Facebook: Cursosadalbertobarreto

Carla Crespo

Licenciou-se em Psicologia, na Universidade do Porto, em 2000 e concluiu o Doutoramento em 2007 na Universidade de Lisboa. A sua tese focou o seu tema de eleição, ao qual mais se tem dedicado em termos de investigação e docência: os rituais familiares e o seu papel na saúde e bem-estar de crianças, adultos e famílias ao longo das transições do ciclo de vida. Foi Investigadora na Victoria University of Wellington, Nova Zelândia, no Youth Connectedness Project, um estudo nacional sobre o bem estar dos adolescentes neozelandeses. De 2009 a 2014 foi investigadora na Universidade de Coimbra onde se interessou pelo estudo das famílias em contexto de adversidade, em particular, famílias com filhos com doenças crónicas como cancro, epilepsia e asma. Desde 20014 é docente na Universidade de Lisboa, no núcleo de Psicologia Clínica Sistémica. É no serviço à comunidade desta instituição que exerce prática clínica com indivíduos, casais e famílias. A sua investigação tem como denominador comum as vivências das famílias na adversidade. Tem como principal finalidade identificar fatores modificáveis que possam ser alvo de intervenções multissistémicas ao nível individual, conjugal e familiar. Atualmente integra o Corpo Editorial do Journal of Family Psychology e do Journal of Family Theory & Review.

Daniel Seidel

Prof. MSc Daniel Seidel é mestre em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB). É psicodramatista, pós-graduado pelo Interpsi/FEBRAP, e em Gestão Estratégica de Políticas Públicas pela Unicamp. É docente há 20 anos na Pós-Graduação em Psicodrama no Interpsi/PUC-Goiás. É servidor de carreira do MPU/MPDFT. Membro da Comissão Brasileira Justiça e Paz da CNBB. Foi Secretário de Estado de Desenvolvimento Social no Distrito Federal (2011-2014) É autor e educador em Mediação de Conflitos desde 2007, pelo Centro Popular de Formação da Juventude - “Vida e Juventude” e pela Universidade Católica de Brasília, quando coordenou a Pós-Graduação em Direitos Humanos e a Área de Humanidades do Curso em Tecnólogo em Segurança e Ordem Pública. É conteudista, facilitador e tutor pela ESMPU (Escola Superior do Ministério Público).

Eliane Pelles Machado Amorim

Psicóloga – CRP 09/1328.

Doutora em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás - PUC GO.

Mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília - UNB.

Terapeuta Familiar Sistêmica; Mediadora de Conflitos; Psicóloga Perita e Assistente Técnica junto às Varas de Famílias de Goiânia.

Professora e Supervisora na Pós-Graduação com ênfase em Terapia Familiar, Mediação de Conflitos, Direito de Família, Perícia Psicológica Familiar, Práticas Colaborativas, Psicologia Jurídica.

Psicóloga com Capacitação em Práticas Colaborativas (IBPC/IACP); Formação em Mediação Judicial (CNJ/TJGO); Extensão em Alienação Parental (PUC RIO); e Aperfeiçoamento em Clínica do Direito - Direito das Famílias.

Discente do XI Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas.

Presidente da Associação de Terapia Familiar de Goiás – ATFAGO (2020-2022).

Vice-Presidente da Associação Brasileira de Terapia Familiar – ABRATEF (2019-2022).

Presidente da Comissão de Perícia Psicológica e Alienação Parental do Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM Seção Goiás (2021-2023).

Emerson Rasera

Graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1995), Aprimoramento em Promoção de Saúde na Comunidade pela Universidade de São Paulo (1997), Mestrado e Doutorado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (2000, 2004), e pós-doutorado pela University of New Hampshire (EUA) (2011-2012). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal de Uberlândia e Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Foi Coordenador do Programa de Pós-graduação em Psicologia (2008-2009). Foi Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Social (2016/2017). É Membro do Corpo Editorial e Revisor de vários periódicos de Psicologia. Membro do Taos Institute (USA). Integrante do GT Cotidiano e Praticas Sociais da ANPEPP. Lider do Grupo de Pesquisa Psicologia, Saúde e Construcionismo Social (CNPQ). Desenvolve ações de cooperação com a University of New Hampshire (EUA) e NHTV Breda University of Applied Sciences (Holanda). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Processos Grupais e de Comunicação. Atua principalmente nos seguintes temas: construcionismo social, processo grupal, saúde coletiva, sexualidade.

Florença Ávila de Oliveira Costa

Mestre em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília (2013); Especialista em Terapia de Casais e Famílias pela PUC – Goiás (2009); Psicóloga pela PUC – Goiás (2008); Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas pelo Houston Galveston Institute (USA)/ Taos Institute (USA)/ INTERFACI (São Paulo / BR / 2018). Autora do livro “O adolescente que cometeu abuso sexual: reflexões sobre a subjetividade”, Editora Dialética (2021). Atuação e experiência em Psicologia Clínica, Psicologia Social Comunitária, Terapia Conjugal e Familiar, docência acadêmica, orientação e supervisão na graduação em Psicologia e na pós-graduação latu senso em Terapia de Casais e Famílias.

Heron Flores Nogueira

Doutor em Psicologia, Psicólogo e Terapeuta Conjugal e Familiar. Experiência em Gestão Acadêmica no Ensino Superior, coordenação de equipes e elaboração de documentos acadêmicos diversos. Docente de cursos de Pós-graduação e Graduação. Parecerista "ad hoc" da Revista "Contextos Clínicos". Membro do Grupo de Pesquisa Socius do CNPq. Avaliador "ad hoc" pelo Ministério da Educação e membro do Banco de Avaliadores (BASis) do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Atuação em Dependência Química, Saúde Mental, Adolescentes em Conflito com a Lei, Medida Socioeducativa, população em situação de vulnerabilidade social, prevenção ao uso indevido de drogas. Autor de livros, capítulos de livros e art igos em periódicos nacionais e internacionais.

Liana Fortunato Costa

Graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1972), Mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1989) e Doutorado em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (1998). Atualmente é Docente Permanente do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Relações Interpessoais, atuando principalmente nos seguintes temas: família, abuso sexual, comunidade, adolescência, exclusão social e violência sexual. É orientadora de alunos de Mestrado e Doutorado, revisora de vários periódicos nacionais. Possui pós doutorado em Psicossociologia - História de Vida, realizado na Universidade Federal Fluminense sob a orientação da Professora Doutora Teresa Cristina O. Carreteiro. Pós-doutorado sobre violência sexual sob a orientação da Prof Dra Lucia de Albuquerque Williams da Universidade Federal de São Carlos, sobre abuso sexual de meninos. Prêmio Neide Castanha, 6ª edição, na categoria Produção de Conhecimento, com o Manual de Grupos Multifamiliares em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, em 18 maio 2016. Professora Emérita da Universidade de Brasília, título outorgado em 24 de outubro de 2016. Prêmio Neide Castanha, 8ª edição, na categoria Boas Práticas, em parceria com o Programa de Pesquisa, Assistência e Vigilância à Violência, Rede de Programa de Atenção Integral à Violência (PAV ALECRIM) da Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, em 18 maio 2018. Reconhecimento de participação no processo de certificação "Chega Mais - Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes" outorgado em novembro de 2018 pelo Fundo de População das Nações Unidas juntamente com a Secretaria de Estado de Saúde, a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude e a Escola de Aperfeiçoamento do SUS.

Maria do Perpétuo Socorro de Miranda Torres

Psicóloga clínica e social , especialista em Psicodrama com foco Terapêutico e Sócio - Educacional, em Terapia psicocorporal do Sistema Rio Abierto - Escola Desenvolvimento Humano (Ar), em Psicobioterapia Biodecodage de Christian Flèche -Fra( em curso). Curso basico de Treinamento em Constelação Sistêmicas Familiares.

Experiência em EaD, na função de Tutoria em cursos de graduação de pedagogia na Universidade Aberta do Brasil-UAB/ UnB.

Atualmente atuo como terapeuta psicocorporal , instrutora docente do Rio Aberto Brasília nos cursos de formação psicocorporal de instrutores do Sistema Rio Abierto e Consultora na área de desenvolvimento de equipes, relações humanas e na área de Prevenção e Promoção à Saúde.

Maria Aparecida Penso

Graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (1984), Mestre em Psicologia Social e da Personalidade pela Universidade de Brasília (1989) e doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (2003). É terapeuta de Casais e Família, Membro do Conselho de Pesquisadores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Professora do Curso de Graduação em Psicologia onde ministra disciplinas e supervisiona estágios na área de Psicologia Jurídica, Psicologia Conjugal e Familiar e dependência Química e adolescência Professora titular do Programa de Mestrado e Doutorado em Psicologia da Universidade Católica de Brasília, onde pertence as linhas de pesquisa Saúde Mental e Ações Terapêuticas e Desenvolvimento humano em sistemas familiares e educacionais. Coordenadora do Programa de Mestrado e Doutorado em Psicologia da Universidade Católica de Brasília desde 2016. Pesquisadora na áreas de Psicologia Conjugal e Familiar, Psicologia Social Comunitária e Psicologia Jurídica, pesquisando principalmente os seguintes temas: violência intrafamiliar contra crianças, adolescentes, mulheres e idosos, Dependência química e família, relações entre dependência química, delinqüência e exclusão, relações entre a psicologia e o Direito na atenção ao dependente químico e à violência, Acolhimento institucional de crianças e adolescentes Guarda Compartilhada, relação família escola, violência na escola. Pertence aos Grupos de Pesquisa SOCIUS;, Diálogos em Sociologia Clínica e Núcleo de pesquisa e intervenção: exclusão social, violência urbana e subjetividade. É membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Psicologia (ANPEPP) onde pertence ao grupo de pesquisa Drogas e Sociedade. Pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Psicologia da Universidade Federal Fluminense com prof. Dra Teresa Cristina O. Carreteiro.

Sócia e terapeuta de casais e família atuante na clínica Somos Todos um ST1.

Maria Ines Gandolfo Conceicao

Graduada em Psicologia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (1987), especialista em Psicologia Hospitalar (CRP), psicodramatista didatasupervisora (2010), mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (1994), doutora em Psicologia pela Universidade de Brasília (2000), pós-doutorapela Universidade Federal Fluminense (2010/2011), professora visitante na University of Toronto, Canadá (2012, Estágio Sênior com bolsa CAPES), Pós-doutora pela Universidade Federal de São Carlos (2013), Pós-Doutora pela University of Toronto - CAMH/CICAD (2014-2015), Professora Visitante naUniversidade Eduardo Mondlane, Maputo (Moçambique) em 2015 e 2016 (bolsa AULP CAPES). Professora Titular do Instituto de Psicologia daUniversidade de Brasília e atua nos cursos de graduação e pós-graduação. É Diretora do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (2020-2024),foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura (PPGPsiCC/IP/UnB, 2015-2019). É coordenadora do Programa de Estudoe Atenção às Dependências Químicas (PRODEQUI/DPCL/IP/UnB) onde atuou como uma das idealizadoras do Curso de Prevenção do Uso de Drogas paraEducadores de Escolas Públicas e atuou na coordenação das suas sete edições (UnB/SENAD/MEC, 2004-2019). Coordenadora no Brasil do grupo depesquisa de cooperação internacional Brasil-Canadá intitulada "Pesquisa qualitativa em Saúde Brasil-Canadá: Excelência para a formação depesquisadores" (CAPES/DFATD, 2017). É membro pesquisador dos grupos do Diretório dos Grupos de Pesquisas do Brasil (CNPq): 1) NUPEVS; 2) Socius e3) Diálogos em Sociologia Clínica. Foi editora da revista Psicologia: Teoria e Pesquisa (2005-2007 e 2013-2015) e da revista Educação Profissional: Ciênciae Tecnologia (SENAC, 2007). Foi Primeira Secretária da 1a. Diretoria da ABECIPsi - Associação Brasileira de Editores Científicos de Psicologia (2006-2008),Primeira Tesoureira da Associação Brasileira Multidisciplinar de Estudos sobre Álcool e outras Drogas - ABRAMD (2013-2015), segunda tesoureira daAssociação Brasileira de Pesquisa em Prevenção e Promoção de Saúde - BRAPEP (2016). Faz parte do grupo fundador da DIPEx Brasil (Saúde e Cuidado),criado em 2019. Atua na linha de pesquisa Processos Interacionais no Contexto do Casal, da Família, do Grupo e da Comunidade. Tem experiência na áreade Psicologia Clínica, com ênfase em Saúde, Processos Grupais e de Comunicação, atuando principalmente nos seguintes temas: drogadição, adolescentesem conflito com a lei, métodos qualitativos em pesquisa, narrativas em saúde, violência, inclusão social, psicodrama e sociodrama, prevenção e promoçãoà saúde e reabilitação.

Maria José Esteves de Vasconcelos

Autora de vários livros, com destaque para o Pensamento Sistêmico. O novo paradigma da ciência (11ª edição, agora com versão em inglês) e Atendimento Sistêmico de Famílias e Redes Sociais (3 volumes, em coautoria). Considerada referência nacional e internacional nesse assunto, atualmente atua como professora, consultora e palestrante, abordando o Pensamento Sistêmico Novo-Paradigmático e as implicações dessa nova visão de mundo em nossa forma de viver e atuar nas mais variadas áreas. Fundamentada na sua concepção do Pensamento Sistêmico como o novo paradigma da ciência, desenvolveu a Metodologia de Atendimento Sistêmico que viabiliza práticas inovadoras para solução de situações-problema nas áreas de educação, saúde, empresas, meio ambiente, políticas sociais, direito, solução de conflitos, relações internacionais.

Mariana Juras

Psicóloga CRP 01/12762, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília, Especialista em Terapia Familiar e de Casais pelo Interpsi/PUC-Goias, e atualmente é professora universitária da Florida Gulf Coast University nos Estados Unidos. Foi servidora pública do Psicossocial Do tribunal de Justiça Do Distrito Federal e Territórios atuando em casos de divórcio, violência doméstica, maus tratos e abuso sexual infantil.

Marilene Grandesso

Possui Graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1975), Pós-graduação em nível de mestrado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo (1978), doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999). Professora e Supervisora de Terapia Familiar e de Casal do Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP. Psicoterapeuta de famílias, casais e indivíduos. Fundadora e presidente do Instituto Interfaci: família, casal, e indivíduo e INTERFACI: Instituto de Desenvolvimento Profissional. Coordenadora do Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas-ICCP (INTERFACI / Taos Institute / Houston Galveston Institute desde 2011). Faculty do Houston Galveston Institute. Facilitadora de conversações colaborativo-dialógicas em famílias e organizações. Coordenadora de Grupos de Estudos em Práticas Narrativas (desde 2006). Coordenadora, professora e supervisora do curso de capacitação em terapia comunitária (desde 2003). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nas seguintes áreas: terapia individual (crianças, adolescentes e adultos), terapia familiar e de casais e terapia comunitária. Especialista nas abordagens sistêmica, colaborativo-dialógica e narrativa.

Saúl Ignacio Fuks Sadovsky

Graduado em Psicologia, professor em Psicologia Clínica e Psicologia Comunitária. Doutor em Psicologia Clínica e diretor do Mestrado em Pensamento Sistêmico do Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade Nacional do Rosário, Argentina.

Silvana Rita Silvestre

Presidente da Associação Brasileira de Terapia Familiar, ABRATEF, (2018-2022); Presidente do 14º Congresso Brasileiro de Terapia Familiar (Rio Quente, Goiás-2021); Presidente da Associação de Terapia Familiar de Goiás, ATFAGO, 2016-2018. Psicóloga; Mestre em Educação; Especialista em Adolescentes e Dependência Química; Psicoterapeuta de indivíduos, casais e famílias; Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental; Psicodramatista, Professora Didata e Supervisora pela FEBRAP (Federação Brasileira de Psicodrama); Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas, pelo Interfaci, Houston Galveston Institute and The Taos Institute, (nível I e avançado).

Silvia Lordello

Psicóloga e Pedagoga pela Universidade de Brasília, com mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1997) e doutorado em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília (2013). Atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura e da graduação em Psicologia na Universidade de Brasília. Atuou como coordenadora do Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos (CAEP), serviço-escola de Psicologia na UnB e também foi editora associada do periódico Psicologia: Teoria e Pesquisa. É coordenadora do Laboratório de Família, Grupos e Comunidade (LABFAM), na UnB. Orienta mestrado e doutorado em temas relacionados às Intervenções Psicossociais no campo das vulnerabilidades. Os projetos de pesquisas mais recentes envolvem temáticas como sexting, violência sexual, gênero, empregabilidade de travestis e transexuais, medidas socioeducativas, políticas públicas na área de direitos humanos. Desenvolve orientações também no campo das Intervenções terapêuticas, principalmente voltadas aos adolescentes e jovens e suas famílias, na abordagem sistêmica.

Soraya Kátia Rodrigues Pereira

Psicóloga clínica ,psicodramatista, mestre em psicologia clínica e cultura. Presidente da OSC Aconchego, supervisora e coordenadora de projetos no contexto da convivência familiar e comunitária.

Valeria Meirelles

Graduação em Psicologia pela USP (1989), com especialização, mestrado e doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Neste último, estudou a Psicologia do Dinheiro, com a tese: "Atitudes, crenças e comportamentos de homens e mulheres em relação ao dinheiro ao longo da vida adulta". Especialização em Psicologia Econômica -PUC-SP. Atua como psicoterapeuta, coach, supervisora e palestrante em temas relativos a dinheiro, mulher, família, ciclo vital e carreira e em projetos de Educação Financeira voltados à população de baixa renda. Professora convidada do curso de Terapia Familiar na UNITAU, SP. Autora e organizadora de livros nas áreas acima.

Wladimir Porreca

Graduação em Filosofia, Teologia e Psicologia, doutor em Serviço Social pela Universidade Estadual Paulista e doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo. Pós Doutoramento pela Universidade de Brasília e pela Università Lateranense - Pontificio Istituto Giovanni Paolo II per studio sul il matrimonio e famiglia. Vinculado a Universidade de Brasília e a Faculdade Coração de Maria. Membro do GT Psicologia e Religião da ANPEPP. Especialista em Terapia

Familiar e Casais, terapeuta clinico de casais e família, afiliado a ABRATEF/ATEFAGO. Com livros e artigos publicados na temática casais e família.

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Perguntas frequentes

O que é Psicoterapia?

Psicoterapia é um relacionamento em que uma pessoa busca amparo profissional de outra para mudanças de sentimentos, pensamentos, atitudes ou comportamentos.
Sentir-se compreendido em uma atmosfera de segurança e de aceitação promove uma experiência verdadeiramente transformadora.

O espaço psicoterapêutico facilita o compartilhamento de segredos, emoções e experiências difíceis de abordar. Acrescido das intervenções do psicoterapeuta, esse processo de desenvolvimento pessoal vai promovendo as transformações na vida da pessoa.

O processo de mudança procurado pelo paciente é facilitado por todos os recursos técnicos do psicoterapeuta, que pode incluir conversações e técnicas de imaginação e de representação de situações relevantes por meio de desenhos, objetos facilitadores ou cenas.

Existem várias modalidades de psicoterapia: individual, grupo, casais e famílias.

Quem procura a psicoterapia?

Geralmente, as pessoas procuram a psicoterapia para falar sobre a vida e sobre as dificuldades. A maioria das pessoas busca a psicoterapia quando está tendo dificuldade para resolver problemas. Busca um lugar seguro para compartilhar seus pensamentos e seus sentimentos mais profundos sem julgamento. Crianças e adolescentes são trazidos pelos pais, na maior parte das vezes pressionados pela escola ou pelas evidências de que alguma coisa está acontecendo e quando já esgotaram os recursos para lidar com a situação.

Quais os motivos para fazer?

Normalmente, as pessoas procuram uma psicoterapia quando sentem que seus recursos não estão sendo suficientes. Em geral, isso ocorre em períodos de crise na vida pessoal, familiar ou profissional.

Alguns tentam diminuir o sofrimento usando medicações, ou até mesmo drogas e outras formas de alívio imediato. No entanto, é necessário recuperar ou desenvolver condições emocionais, psicológicas, sociais, físicas, artísticas, espirituais, para sermos mais felizes.

No geral, quando uma pessoa procura um psicoterapeuta, ela está vivendo estados como: tristeza durante grande parte do dia, por dias seguidos; felicidade ou euforia ou mesmo irritação excessiva; mudanças no apetite, no sono; pouca energia; sentimentos de baixa autoestima; tensão excessiva, com dificuldade em controlar a preocupação com problemas de menor importância. A pessoa não consegue identificar o que desencadeou esses e outros estados de muito sofrimento.

Ao longo da vida da mulher, ocorrem muitas mudanças hormonais que podem provocar variações de humor. Na transição da menopausa, um aspecto da vida da mulher que merece uma especial atenção é a sexualidade, por ser um período que envolve grandes mudanças em muitos aspectos da vida do casal.

Queixas mais frequentes:

  • Desconforto emocional
A maioria das pessoas busca a psicoterapia para o alívio da dor ou do desconforto. Sentir dor emocional faz parte da vida, mas, quando o desconforto (tristeza, ansiedade, luto) é grande ou ocorre por um longo período, ela pode comprometer a vida diária. E para aliviar esse desconforto, recomenda-se um processo psicoterapêutico.

  • Problemas de relacionamento
Muitas pessoas apresentam sofrimento emocional em consequência de dificuldades no relacionamento com o cônjuge, os pais, os filhos, os colegas de trabalho ou outra pessoa importante, sendo necessária a ajuda da psicoterapia (conjugal ou da relação) para a compreensão do problema e a identificação das ferramentas necessárias para mudança.

  • Preocupações familiares
Família é a principal fonte de amor, alegria, calor e proximidade em nossas vidas, porém traz também problemas e conflitos desafiadores. Em períodos difíceis, pode ser necessária a terapia familiar ou a orientação de pais para lidar com o desenvolvimento de seus filhos.

  • Mecanismos de superação
Desconforto emocional e problemas de relacionamento podem estar associados a deficiências nos mecanismos de superação de desafios, como timidez excessiva, dificuldade de comunicação, falta de assertividade ou controle precário da raiva. A psicoterapia pode ajudar a adquirir ou fortalecer habilidades necessárias.

  • Problemas sexuais
Insatisfação e disfunção sexuais são problemas comuns, podendo surgir constrangimentos para falar sobre eles. Psicoterapeutas podem auxiliar as pessoas a identificarem as dificuldades e a usufruírem o máximo possível de suas vidas sexuais.

  • Perdas recentes
Vínculos fortes são muito importantes para o ser humano. Rupturas dessas ligações – com a morte ou a separação – podem provocar grande dor emocional, sendo indicada a psicoterapia para ajudar a lidar com a perda.

  • Vítimas de trauma ou abuso
Ser vítima de abuso físico ou sexual, ou de qualquer outra forma de violência, pode oprimir a capacidade de superação e deixar cicatrizes que comprometem a habilidade de viver uma vida normal. A psicoterapia cria um espaço confidencial, com apoio e segurança.

  • Uma desordem ou condição clínica mais preocupante
Muitas vezes, as pessoas tendem a atribuir ao cansaço alguns indícios de que há um sofrimento mais sério. Alguns sinais indicam a necessidade de psicoterapia, tanto para um diagnóstico profissional como para a identificação da necessidade de ajuda medicamentosa. A psicoterapia pode ajudar a superar os obstáculos que impedem alcançar os próprios objetivos. Mesmo não havendo uma condição mais séria, a psicoterapia pode ajudar a aprender mais sobre si mesmo, sobre os outros e sobre como viver a vida com maior satisfação pessoal.

  • Futuro: carreira profissional
Questões relacionadas à carreira podem afetar todos os aspectos da vida – família, amigos e mesmo o sentido de quem sou eu. Falar com um profissional treinado em um ambiente seguro e confidencial pode ajudar nessas questões.
O que é um Grupo de Apoio?

É um espaço de compartilhamento de experiências mediado por um profissional especializado no trabalho com grupos e no tema proposto. Todos os participantes compartilham as mesmas questões relacionadas ao tema do grupo.

Como funciona um Grupo de Apoio?

A Aprender Vivo oferece grupos de apoio semanais, com 2 horas de duração, sob a coordenação de um profissional experiente na área.

Quais os benefícios do Grupo de Apoio?

Resignificar experiências e desenvolver novas perspectivas para as dificuldades enfrentadas. Com o auxílio do grupo e do profissional coordenador do grupo, promover mudanças relevantes para o enfrentamento de situações em que se encontram. Tem uma dimensão socioeducativa com informações relevantes para o enfrentamento da situação específica daquele grupo e o apoio emocional promovido pela condução do grupo em ambiente protegido.
Qual o conceito do Grupo de Apoio?

O conceito de grupo

Os pioneiros nos estudos de grupos (JL Moreno, Slavson, Foulkes, Bion e outros) seguiram caminhos diversos, porém com alguns princípios comuns a todos eles, com destaque para a concepção de grupo como uma entidade unitária e a identificação de alguns princípios que regem seu funcionamento e evolução.

As proposições filosóficas e metodológicas de JL Moreno (1993, 1994a, 1994b) fundamentam conceituar grupo como um sistema vivo em contínuas transformações, caracterizado por forças de aproximação, afastamento e indiferença entre os integrantes, reveladas na matriz sociométrica. Constitui-se assim por uma potência interna inicial em contínua interação com o ambiente em que está inserido, produzindo uma estruturação ativa de sua forma e organização, resultando em algo único e imprevisível, que faz com que cada grupo tenha sua própria identidade.

A teoria geral dos sistemas traz também importantes contribuições pela possibilidade que oferece de compreensão da complexidade dos grupos, considerando diferentes níveis de organização. Desse referencial, dois conceitos são particularmente importantes. O primeiro deles é a noção de fronteiras. MacKenzie (1990) salienta que esse conceito pode ser compreendido num sentido físico (porta fechada da sala) ou psicológico (consciência de que duas instâncias são diferentes). Nas intervenções socioeducativas, a principal fronteira é aquela que diferencia a cultura interna do grupo em relação ao mundo externo, responsável pelo fortalecimento da identidade grupal.

O segundo conceito é o de permeabilidade no funcionamento da fronteira. Segundo MacKenzie (1990), a abertura favorece a aquisição de novas informações, a disponibilidade para correr riscos e mudar. Por outro lado, seu fechamento favorece a reorganização do eu. Nos grupos, os participantes vivenciam períodos de mudança intercalados com aqueles de maior reflexão e consolidação.

Num sistema social, segundo esse mesmo autor, funcionam diversas fronteiras:
  • Externa: relativa a temas e experiências que criam um sentido de grupalidade. É particularmente importante no início do grupo.
  • Interpessoal: relativa às interações entre os membros do grupo.
  • Subgrupos: relativa aos subgrupos existentes na estrutura grupal, que podem ser flutuantes. Na Figura 1, ela vai além do grupo pela possibilidade de envolver questões referentes à socialização externa.
  • Liderança: relativa ao líder designado, que tem maior influência e responsabilidade. Pode conter uma equipe de coordenação (co-terapeuta, observador, supervisor).
  • Individual: relativa ao sentido de eu do indivíduo ou seus aspectos conhecidos pelos demais. O autor salienta que estados internos são reconhecidos a partir de interpretações do que é observado do comportamento interpessoal, o que facilita a atenção a esses padrões relacionais.

Considerando-se esses referenciais teóricos, define-se grupo como sendo um sistema constituído por pessoas reunidas com uma tarefa ou função comum, que é a de formar e manter o sistema, constituindo-se, portanto uma estrutura dinâmica de interações, além do conteúdo em desenvolvimento.

Fatores terapêuticos nos grupos

O grupo caracteriza-se como um microcosmo social com importantes propriedades terapêuticas (Yalom e Leszcz, 2006). Esses autores apontaram importantes mecanismos de aprendizagem e sistematizaram vários fatores terapêuticos que operam nos grupos.

MacKenzie (1990) sistematizou esses mecanismos em duas categorias:
  • Decorrentes das interações grupais: apoio mútuo (esperança, aceitação, universalidade, altruísmo), auto-exposição (emoção e integração), aprendizagem com o outro (modelagem, aconselhamento, educação).
  • Decorrentes das intervenções terapêuticas: aprendizagem interpessoal (feedback e experimentar novos comportamentos) e auto-compreensão (experiência emocional corretiva).
Esses fatores atuam em todos os grupos e devem ser estimulados sempre que possível.

Yalom e Leszcz (2006) descreveram a instilação e manutenção da esperança como um importante fator terapêutico. Na etapa de preparação para o grupo, favorece o enfrentamento das dificuldades próprias de uma experiência desconhecida. Um outro fator relevante nas intervenções de tempo limitado é a universalidade, relativa ao reconhecimento de preocupações semelhantes. Favorece a identificação com o outro e o envolvimento mais rápido. Também perceber que não são únicos em suas aflições traz um enorme alívio.

Uma das condições necessárias para a ação dos mecanismos terapêuticos é a coesão grupal. Caracteriza-se pelo pólo de interesse e envolvimento dos participantes, em oposição ao afastamento e absorção consigo mesmo. Yalom e Leszcz (2006) definiram coesão como a resultante das forças agindo sobre os participantes, caracterizando a atração do grupo sobre seus membros. Em grupos coesos, predominam sentimentos de afeto, conforto e a sensação de pertencimento. Gera envolvimento, investimento, exposição e, consequentemente, maior adesão e melhores resultados.
Como é a Supervisão Clínica para terapeutas?

A supervisão clínica reúne um grupo de pessoas interessadas em discutir, atualizar e aprimorar suas práticas profissionais sob a coordenação de um profissional experiente na área. Consta de apresentações de casos clínicos, mantendo o sigilo de dados pessoais, para trazer o foco aos aspectos técnicos e emocionais do profissional que impedem o encaminhamento do processo terapêutico e o desenvolvimento do papel profissional do terapeuta.
Quais os valores dos cursos e serviços?

Capacitação profissional
Pós-graduação - R$9.900,00 à vista com opções de parcelamento
Cursos livres - de R$250,00 à R$2.500,00

Desenvolvimento Profissional
Grupo de apoio e vivências - R$1600,00 à vista com opções de parcelamento

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Dúvidas sobre família

Quais são os principais problemas causados pela falta de tolerância e diálogo nas famílias?

Uma boa comunicação é uma característica importante em famílias saudáveis. Ajuda a construir vínculos fortes e resistentes para lidar com os desafios da vida - vínculo conjugal, pais-filhos e entre irmãos. Poder conversar sobre qualquer dificuldade que um dos membros da família está enfrentando significa facilidade de diálogo. Suportar as diferenças é tolerância. Pouca tolerância faz por exemplo que pais interrompam os filhos quando eles tentam explicar algo. Pode haver intolerância frente a diferenças de opinião, personalidades, crenças, valores ou metas para o futuro.

Uma boa comunicação é essencial na família. Diálogo é falar e também ouvir. Os maiores desafios são expressar-se de forma clara e objetiva e ser um ouvinte ativo, isto é fazer todo o esforço necessário para ouvir, se esforçando para entender o ponto de vista do outro. Prestar atenção à linguagem verbal e a não verbal. Tolerância é compreender e respeitar o ponto de vista do outro.

A condição para o diálogo está comprometida quando um fica lembrando problemas que já foram resolvidos no passado, tenta controlar comportamentos através da indução de culpa, ignora os sentimentos dos filhos, reclama ou faz um sermão. Esses comportamentos tendem a gerar ressentimento, desconfiança e uma posição de defesa no filho, que pode parar de tentar se comunicar com seus pais. Ou seja, essas condições levam à distância, pouca confiança e pouca cooperação.

A tolerância fica comprometida em famílias muito ligadas em comunicação negativa: críticas, brigas, ficar na defesa etc., comportamentos que reforçam a intolerância. Essa forma de comunicação não fortalece cooperação e o respeito às diferenças (componente da tolerância). 

A falta de diálogo e uma comunicação truncada, com pouca abertura e honestidade para abordar os conflitos, dificultam o desenvolvimento de confiança e, consequentemente, leva a padrões de relacionamento comprometidos, fortes.

O casal, para evitar esse tipo de problema, pode desenvolver uma comunicação saudável em que os pais valorizam estar com os filhos, conversar sobre tudo, criam oportunidades sempre que possível para falar com os filhos.

Comunicação precisa ser praticada para ser eficaz. Quando não há atividades compartilhadas, há falta de tempo para conversas frequentes, os filhos têm dificuldade para desenvolver habilidades interpessoais e fortalecer a confiança – acabam ficando com a impressão de que conversar sobre algo mais difícil é trabalhoso e com pouca chance de dar certo. No entanto, comunicação e responsividade afetiva são as principais condições para um funcionamento familiar saudável e mais ainda para o desenvolvimento da autoestima dos filhos, principalmente na adolescência.

Mais objetivamente, os pais precisam criar tempo para conversar entre si e com os filhos, comunicar pensamentos e sentimentos de forma clara e direta.

Para aumentar a harmonia entre os irmãos, é importante identificar o que se entende por falta de harmonia. Muitos pais não querem que os filhos brigam, mas se esquecem de que brigar é também uma forma de enfrentar conflitos, diferenças e de ocupar o espaço quanto está ameaçado. A questão deveria ser como educar os filhos para que sejam cooperativos. Quanto mais cooperativos, poderão brigar sem culpa porque brigar aproxima também.

O principal instrumento para recuperar um bom relacionamento familiar é uma boa comunicação: falar calmamente e abertamente sobre as dificuldades da família. Assumir que nem sempre concorda com as opiniões pode ajudar a evitar conflitos. Ache tempo para se divertir. Se há um problema financeiro, por exemplo, pode ser útil fazer um plano de ação com um orçamento que todos concordem e possam trabalhar em cooperação.