Curso Online (Ao Vivo)

Estudos Avançados em Práticas Sistêmicas

Este curso é direcionado a profissionais com formações diversas interessados em obter novas ferramentas e recursos para uma prática imersa em tópicos da atualidade. Visa o aperfeiçoamento das competências do terapeuta e a oportunidade de avançar em temas desafiadores e contemporâneos. Aborda os pilares de sustentação dos modelos sistêmicos, pós-modernos e da prática narrativa construcionista social para introduzir novas possibilidades de trabalho.

Data de início do curso: 05/08/2023
Término do curso: 04/11/2023
Certificado
Aprender Vivo
100% Online

Confira os detalhes deste curso

A quem se destina
Este curso online é destinado a profissionais interessados no aprofundamento sobre práticas sistêmicas e narrativas.
Cronogramas de aulas
  • Início das aulas no dia 06/05/2023;
  • 12 aulas (período de 3 meses) ao vivo com os maiores experts sobre diversos assuntos da atualidade aos sábados das 09h00 às 13h00.
Periodicidade
Aula avulsa e pacote fechado com aulas aos sábados por 3 meses.

Veja a programação completa

Disciplina
Data
Docente
Complexidades e desafios atuais nas famílias do século 21
05/08/2023
Prof. Dr. Saúl Ignacio Fuks Sadovsky (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
The Taos Institute / Universidade Nacional de Rosario / Universidade Nacional de Buenos Aires
Sistêmico? A que se refere hoje? Epistemologia, teoria e a prática
12/08/2023
Profa. Maria José Esteves de Vasconcelos (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)

Professora, consultora, palestrante sobre o Pensamento Sistêmico Novo-Paradigmático e sobre a Metodologia de Atendimento Sistêmico.

Desafios clínico-políticos para os terapeutas de casal e família: contribuições do debate racial, feminista e da diversidade sexual
19/08/2023
Prof. Dr. Emerson Rasera (aula ao vivo)
Universidade Federal de Uberlândia
Um olhar pós-moderno para a conjugalidade e a parentalidade nas famílias
26/08/2023
Profa. Marilene Grandesso (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Instituto Interfaci / Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP
O pensamento pós-moderno na construção da prática clínica
02/09/2023
Profa. Dra. Marilene Grandesso (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Instituto Interfaci / Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP
A contribuição do construcionismo social para a construção do projeto de vida do casal e da família: o dinheiro, a sexualidade e a religião
16/09/2023
Profa. Dra. Valeria Meirelles (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)

Doutora em Psicologia Clínica pela PUC-SP e Professora convidada do curso de Terapia Familiar na UNITAU – SP

A transversalidade entre as gerações: as tramas e mitos familiares, as lealdades invisíveis, a construção da autonomia, individuação e pertencimento
23/09/2023
Prof. Dra. Carla Crespo (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Universidade de Lisboa
Possibilidades de intervenção diante das violências: um enfoque sistêmico para o trabalho psicossocial com a família, a vítima e o ofensor
30/09/2023
Profa. Dra. Liana Fortunato Costa (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Universidade de Brasília
Os recursos socioculturais da comunidade na construção das políticas públicas de saúde mental e atenção psicossocial: um enfoque sistêmico
07/10/2023
Prof. Dr. Adalberto Barreto (aula ao vivo)
Universidade Federal do Ceará / World Association of Social Psychiatry
Intervenções terapêuticas sistêmicas: dinâmicas familiares e suas influencias nas suas relações conflituosas, o caos familiar, estratégias para a saúde nas relações
21/10/2023
Prof. Dr. Heron Flores Nogueira (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Universidade Católica de Brasília
Adolescência e clínica de família: desafios dos cenários complexos da atualidade
28/10/2023
Profa. Dra. Silvia Lordello (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Universidade de Brasília
Aprimorando a prática com casais e famílias com recursos de ação
04/11/2023
Profa. Dra. Marlene Marra (aula ao vivo e gravação disponibilizada via plataforma Moodle)
Universidade de Brasília / Escola Aprender Vivo

Professores do curso

Tenha no seu currículo os maiores especialistas da área
Saúl Ignacio Fuks Sadovsky

Graduado em Psicologia, professor em Psicologia Clínica e Psicologia Comunitária. Doutor em Psicologia Clínica e diretor do Mestrado em Pensamento Sistêmico do Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade Nacional do Rosário, Argentina.

Maria José Esteves de Vasconcelos

Autora de vários livros, com destaque para o Pensamento Sistêmico. O novo paradigma da ciência (11ª edição, agora com versão em inglês) e Atendimento Sistêmico de Famílias e Redes Sociais (3 volumes, em coautoria). Considerada referência nacional e internacional nesse assunto, atualmente atua como professora, consultora e palestrante, abordando o Pensamento Sistêmico Novo-Paradigmático e as implicações dessa nova visão de mundo em nossa forma de viver e atuar nas mais variadas áreas. Fundamentada na sua concepção do Pensamento Sistêmico como o novo paradigma da ciência, desenvolveu a Metodologia de Atendimento Sistêmico que viabiliza práticas inovadoras para solução de situações-problema nas áreas de educação, saúde, empresas, meio ambiente, políticas sociais, direito, solução de conflitos, relações internacionais.

Emerson Rasera

Graduação em Psicologia pela Universidade de São Paulo (1995), Aprimoramento em Promoção de Saúde na Comunidade pela Universidade de São Paulo (1997), Mestrado e Doutorado em Psicologia pela Universidade de São Paulo (2000, 2004), e pós-doutorado pela University of New Hampshire (EUA) (2011-2012). Atualmente é Professor Titular da Universidade Federal de Uberlândia e Docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia. Foi Coordenador do Programa de Pós-graduação em Psicologia (2008-2009). Foi Presidente da Associação Brasileira de Psicologia Social (2016/2017). É Membro do Corpo Editorial e Revisor de vários periódicos de Psicologia. Membro do Taos Institute (USA). Integrante do GT Cotidiano e Praticas Sociais da ANPEPP. Lider do Grupo de Pesquisa Psicologia, Saúde e Construcionismo Social (CNPQ). Desenvolve ações de cooperação com a University of New Hampshire (EUA) e NHTV Breda University of Applied Sciences (Holanda). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Processos Grupais e de Comunicação. Atua principalmente nos seguintes temas: construcionismo social, processo grupal, saúde coletiva, sexualidade.

Silvana Rita Silvestre

Presidente da Associação Brasileira de Terapia Familiar, ABRATEF, (2018-2022); Presidente do 14º Congresso Brasileiro de Terapia Familiar (Rio Quente, Goiás-2021); Presidente da Associação de Terapia Familiar de Goiás, ATFAGO, 2016-2018. Psicóloga; Mestre em Educação; Especialista em Adolescentes e Dependência Química; Psicoterapeuta de indivíduos, casais e famílias; Psicoterapeuta Cognitivo Comportamental; Psicodramatista, Professora Didata e Supervisora pela FEBRAP (Federação Brasileira de Psicodrama); Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas, pelo Interfaci, Houston Galveston Institute and The Taos Institute, (nível I e avançado).

Marilene Grandesso

Possui Graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1975), Pós-graduação em nível de mestrado em Psicologia Experimental pela Universidade de São Paulo (1978), doutorado em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1999). Professora e Supervisora de Terapia Familiar e de Casal do Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP. Psicoterapeuta de famílias, casais e indivíduos. Fundadora e presidente do Instituto Interfaci: família, casal, e indivíduo e INTERFACI: Instituto de Desenvolvimento Profissional. Coordenadora do Certificado Internacional em Práticas Colaborativas e Dialógicas-ICCP (INTERFACI / Taos Institute / Houston Galveston Institute desde 2011). Faculty do Houston Galveston Institute. Facilitadora de conversações colaborativo-dialógicas em famílias e organizações. Coordenadora de Grupos de Estudos em Práticas Narrativas (desde 2006). Coordenadora, professora e supervisora do curso de capacitação em terapia comunitária (desde 2003). Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Intervenção Terapêutica, atuando principalmente nas seguintes áreas: terapia individual (crianças, adolescentes e adultos), terapia familiar e de casais e terapia comunitária. Especialista nas abordagens sistêmica, colaborativo-dialógica e narrativa.

Valeria Meirelles

Graduação em Psicologia pela USP (1989), com especialização, mestrado e doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Neste último, estudou a Psicologia do Dinheiro, com a tese: "Atitudes, crenças e comportamentos de homens e mulheres em relação ao dinheiro ao longo da vida adulta". Especialização em Psicologia Econômica -PUC-SP. Atua como psicoterapeuta, coach, supervisora e palestrante em temas relativos a dinheiro, mulher, família, ciclo vital e carreira e em projetos de Educação Financeira voltados à população de baixa renda. Professora convidada do curso de Terapia Familiar na UNITAU, SP. Autora e organizadora de livros nas áreas acima.

Carla Crespo

Licenciou-se em Psicologia, na Universidade do Porto, em 2000 e concluiu o Doutoramento em 2007 na Universidade de Lisboa. A sua tese focou o seu tema de eleição, ao qual mais se tem dedicado em termos de investigação e docência: os rituais familiares e o seu papel na saúde e bem-estar de crianças, adultos e famílias ao longo das transições do ciclo de vida. Foi Investigadora na Victoria University of Wellington, Nova Zelândia, no Youth Connectedness Project, um estudo nacional sobre o bem estar dos adolescentes neozelandeses. De 2009 a 2014 foi investigadora na Universidade de Coimbra onde se interessou pelo estudo das famílias em contexto de adversidade, em particular, famílias com filhos com doenças crónicas como cancro, epilepsia e asma. Desde 20014 é docente na Universidade de Lisboa, no núcleo de Psicologia Clínica Sistémica. É no serviço à comunidade desta instituição que exerce prática clínica com indivíduos, casais e famílias. A sua investigação tem como denominador comum as vivências das famílias na adversidade. Tem como principal finalidade identificar fatores modificáveis que possam ser alvo de intervenções multissistémicas ao nível individual, conjugal e familiar. Atualmente integra o Corpo Editorial do Journal of Family Psychology e do Journal of Family Theory & Review.

Liana Fortunato Costa

Graduada em Psicologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1972), Mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1989) e Doutorado em Psicologia Clínica pela Universidade de São Paulo (1998). Atualmente é Docente Permanente do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica e Cultura da Universidade de Brasília. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Relações Interpessoais, atuando principalmente nos seguintes temas: família, abuso sexual, comunidade, adolescência, exclusão social e violência sexual. É orientadora de alunos de Mestrado e Doutorado, revisora de vários periódicos nacionais. Possui pós doutorado em Psicossociologia - História de Vida, realizado na Universidade Federal Fluminense sob a orientação da Professora Doutora Teresa Cristina O. Carreteiro. Pós-doutorado sobre violência sexual sob a orientação da Prof Dra Lucia de Albuquerque Williams da Universidade Federal de São Carlos, sobre abuso sexual de meninos. Prêmio Neide Castanha, 6ª edição, na categoria Produção de Conhecimento, com o Manual de Grupos Multifamiliares em parceria com a Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, em 18 maio 2016. Professora Emérita da Universidade de Brasília, título outorgado em 24 de outubro de 2016. Prêmio Neide Castanha, 8ª edição, na categoria Boas Práticas, em parceria com o Programa de Pesquisa, Assistência e Vigilância à Violência, Rede de Programa de Atenção Integral à Violência (PAV ALECRIM) da Secretaria de Saúde do Governo do Distrito Federal, em 18 maio 2018. Reconhecimento de participação no processo de certificação "Chega Mais - Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes" outorgado em novembro de 2018 pelo Fundo de População das Nações Unidas juntamente com a Secretaria de Estado de Saúde, a Secretaria de Políticas para Crianças, Adolescentes e Juventude e a Escola de Aperfeiçoamento do SUS.

Adalberto Barreto

Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (1976) e graduado em filosofia e Teologia pela – Université Catholique de Lyon- França e Pontificia Universitas St. Thomas de Aquino- Roma Itália (1983), doutorado em psiquiatria pela Universidade René Descartes Paris V (1982) e doutorado em antropologia pela Haute École de Sciences Sociales de Paris e Universidade Lumiere Lyon 2– França (1985). Prof. Emérito Da Faculdade de medicina da UFC; Criador e coordenador do Projeto de Extensão da UFC “4 VARAS: UMA COMUNIDADE QUE CUIDA.” UM PROJETO INOVADOR, UMA REFERÊNCIA NACIONAL E INTERNACIONAL EM PROMOÇÃO DA SAÚDE MENTAL COMUNITÁRIA (https://www.4varas.com.br/) berço da Terapia Comunitária Integrativa em Fortaleza-CE; Coordenador do Departamento de Saúde Mental Comunitária da WASP- World Association of Social Psychiatry; Criador e Presidente atual da Associação Brasileira de Psiquiatria Social filiada a WASP- World Association of Social Psychiatry. (www.apsbra.com.br).

Página: www.adalbertobarreto.com.br

Facebook: Cursosadalbertobarreto

Silvia Lordello

Psicóloga e Pedagoga pela Universidade de Brasília, com mestrado em Psicologia pela Universidade de Brasília (1997) e doutorado em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília (2013). Atualmente é docente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura e da graduação em Psicologia na Universidade de Brasília. Atuou como coordenadora do Centro de Atendimento e Estudos Psicológicos (CAEP), serviço-escola de Psicologia na UnB e também foi editora associada do periódico Psicologia: Teoria e Pesquisa. É coordenadora do Laboratório de Família, Grupos e Comunidade (LABFAM), na UnB. Orienta mestrado e doutorado em temas relacionados às Intervenções Psicossociais no campo das vulnerabilidades. Os projetos de pesquisas mais recentes envolvem temáticas como sexting, violência sexual, gênero, empregabilidade de travestis e transexuais, medidas socioeducativas, políticas públicas na área de direitos humanos. Desenvolve orientações também no campo das Intervenções terapêuticas, principalmente voltadas aos adolescentes e jovens e suas famílias, na abordagem sistêmica.

Heron Flores Nogueira

Doutor em Psicologia, Psicólogo e Terapeuta Conjugal e Familiar. Experiência em Gestão Acadêmica no Ensino Superior, coordenação de equipes e elaboração de documentos acadêmicos diversos. Docente de cursos de Pós-graduação e Graduação. Parecerista "ad hoc" da Revista "Contextos Clínicos". Membro do Grupo de Pesquisa Socius do CNPq. Avaliador "ad hoc" pelo Ministério da Educação e membro do Banco de Avaliadores (BASis) do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Atuação em Dependência Química, Saúde Mental, Adolescentes em Conflito com a Lei, Medida Socioeducativa, população em situação de vulnerabilidade social, prevenção ao uso indevido de drogas. Autor de livros, capítulos de livros e art igos em periódicos nacionais e internacionais.

Marlene Magnabosco Marra

Possui graduação em Psicologia pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (1977), Mestrado em Psicologia pela Universidade Católica de Brasília-UCB (2003), Doutora em Psicologia Clínica e Cultura pela Universidade de Brasília-UnB (2015) e Estágio Sanduíche pela Tel Aviv University-UTA Israel (2014). Pesquisadora Colaboradora Plena da Universidade de Brasília – UnB, por três períodos (2016, 2018, 2020/2025). Pós-doutoranda pela Universidade de Brasília, no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura ( PPGPsiC0), linha de Pesquisa: Processos interacionais no contexto do casal, da família, do grupo, da comunidade. Professora desse mesmo programa de pós-graduação com as disciplinas: Tópicos especiais em Psicologia Conjugal e Familiar (2018,2019,2021); Seminário em Psicologia Clínica e Cultura (2019); Aplicação dos métodos clínicos on line para atendimento a casal, família e grupos (2021); Professora da graduação em Psicologia no Instituto de Psicologia (UnB) nas disciplinas Pesquisa em Psicologia Clínica e Pesquisa em Psicologia Clínica e Saúde Mental, Estágio Supervisionado Psicólogo – Área Intervenções psicossociais 1,2 e 3 – Área Intervenções psicoterapêuticas 1,2 e 3. Terapeuta, Professora-supervisora pela Federação Brasileira de Psicodrama - FEBRAP. Professora do Programa de Especialização em: -Terapia conjugal e familiar (ABRATEF); - Psicodrama clínico e socioeducacional (FEBRAP); -Práticas Colaborativas e Dialógicas (Interfaci/Houston Galveston Institute/Taos Institute); Psicoterapeuta de Casal, Família e demais segmentos. Realiza atendimentos a populações vulneráveis e supervisões à equipe do Centro de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (CEPAV/Jasmim), da Secretaria de Estado de Saúde do Governo do Distrito Federal – Brasília/Brasil –Hospital Regional da Asa Norte (HRAN). Fundadora e Coordenadora pedagógica e docente do Instituto de Ensino, extensão e pesquisa Aprender Vivo em convênio com o Ministério da Educação (MEC), escola digital que ministra especialização em Terapia de casal, e família, Psicodrama e prepara profissionais Colaboradores de Múltiplas Práticas com famílias e grupos. Professora de pós-graduação em Psicodrama do Instituto de Pesquisa e Intervenção Psicossocial – INTERPSI (período de 1983 a 1995);coordenadora dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu, docente e orientadora de monografia do convênio entre a Pontifícia Universidade Católica de Goiás - PUC GO e o INTERPSI ( no período de 1990 a 2020).Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Relações Interpessoais, atuando principalmente nos seguintes temas: família, abuso sexual, violência familiar, processos grupais e de comunicação, comunidade, exclusão social, capacitação de profissionais e desenvolvimento de equipe. Membro do Conselho Deliberativo e Científico da Associação Brasileira de Terapia Familiar (ABRATEF). Foi presidente (por duas gestões) da Federação Brasileira de Psicodrama e presidente da Associação Centro-Oeste de Terapia Familiar - ACOTEF-DF. Foi membro do Board da International Association for Group Psychotherapy and Group Processes - IAGP( 2012-2015) e Co- chair da Sessão de Terapia Familiar – IAGP(2012-2015).

Matricule-se

Instituições associadas à Aprender Vivo
Logo Ministério da Educação - Aprender Vivo
Logo ABRATEC - Aprender Vivo
Logo FEBRAP - Aprender Vivo
Logo IAGP - Aprender Vivo
Logo Isat - Aprender Vivo
Depoimentos de nossos alunos
Bianca Bindes

Sou aluna da primeira turma e indico muito o curso. Bem estruturado, aulas com bom conteúdo e professores incríveis. As quatro horas passam voando. E a cereja do bolo é o momento da supervisão que completa a teoria revisando a nossa prática. Imperdível para quem se interessa pelos assuntos: família, casal e grupo.

Andréia Tavares

Sou aluna do curso de Especialização em Terapia de Casal, Família e Psicodrama para Grupos e nesses quatro meses de estudos posso dizer que tem sido uma experiência bastante enriquecedora. O aspecto principal para mim é ter em um mesmo curso os conteúdos da Terapia Familiar com base na Teoria Sistêmica e os conteúdos do Psicodrama...

Kátia Trevisan

Quando busquei a especialização em Terapia de casal, família e psicodrama na Aprender Vivo, foi com a intenção de encontrar um espaço no qual fosse possível refletir e construir de forma coletiva as bases para uma prática na área de família, que considerasse o entendimento psicodramático e permitisse "conversar" com outras abordagens...

Perguntas frequentes

O que é Psicoterapia?

Psicoterapia é um relacionamento em que uma pessoa busca amparo profissional de outra para mudanças de sentimentos, pensamentos, atitudes ou comportamentos.
Sentir-se compreendido em uma atmosfera de segurança e de aceitação promove uma experiência verdadeiramente transformadora.

O espaço psicoterapêutico facilita o compartilhamento de segredos, emoções e experiências difíceis de abordar. Acrescido das intervenções do psicoterapeuta, esse processo de desenvolvimento pessoal vai promovendo as transformações na vida da pessoa.

O processo de mudança procurado pelo paciente é facilitado por todos os recursos técnicos do psicoterapeuta, que pode incluir conversações e técnicas de imaginação e de representação de situações relevantes por meio de desenhos, objetos facilitadores ou cenas.

Existem várias modalidades de psicoterapia: individual, grupo, casais e famílias.

Quem procura a psicoterapia?

Geralmente, as pessoas procuram a psicoterapia para falar sobre a vida e sobre as dificuldades. A maioria das pessoas busca a psicoterapia quando está tendo dificuldade para resolver problemas. Busca um lugar seguro para compartilhar seus pensamentos e seus sentimentos mais profundos sem julgamento. Crianças e adolescentes são trazidos pelos pais, na maior parte das vezes pressionados pela escola ou pelas evidências de que alguma coisa está acontecendo e quando já esgotaram os recursos para lidar com a situação.

Quais os motivos para fazer?

Normalmente, as pessoas procuram uma psicoterapia quando sentem que seus recursos não estão sendo suficientes. Em geral, isso ocorre em períodos de crise na vida pessoal, familiar ou profissional.

Alguns tentam diminuir o sofrimento usando medicações, ou até mesmo drogas e outras formas de alívio imediato. No entanto, é necessário recuperar ou desenvolver condições emocionais, psicológicas, sociais, físicas, artísticas, espirituais, para sermos mais felizes.

No geral, quando uma pessoa procura um psicoterapeuta, ela está vivendo estados como: tristeza durante grande parte do dia, por dias seguidos; felicidade ou euforia ou mesmo irritação excessiva; mudanças no apetite, no sono; pouca energia; sentimentos de baixa autoestima; tensão excessiva, com dificuldade em controlar a preocupação com problemas de menor importância. A pessoa não consegue identificar o que desencadeou esses e outros estados de muito sofrimento.

Ao longo da vida da mulher, ocorrem muitas mudanças hormonais que podem provocar variações de humor. Na transição da menopausa, um aspecto da vida da mulher que merece uma especial atenção é a sexualidade, por ser um período que envolve grandes mudanças em muitos aspectos da vida do casal.

Queixas mais frequentes:

  • Desconforto emocional
A maioria das pessoas busca a psicoterapia para o alívio da dor ou do desconforto. Sentir dor emocional faz parte da vida, mas, quando o desconforto (tristeza, ansiedade, luto) é grande ou ocorre por um longo período, ela pode comprometer a vida diária. E para aliviar esse desconforto, recomenda-se um processo psicoterapêutico.

  • Problemas de relacionamento
Muitas pessoas apresentam sofrimento emocional em consequência de dificuldades no relacionamento com o cônjuge, os pais, os filhos, os colegas de trabalho ou outra pessoa importante, sendo necessária a ajuda da psicoterapia (conjugal ou da relação) para a compreensão do problema e a identificação das ferramentas necessárias para mudança.

  • Preocupações familiares
Família é a principal fonte de amor, alegria, calor e proximidade em nossas vidas, porém traz também problemas e conflitos desafiadores. Em períodos difíceis, pode ser necessária a terapia familiar ou a orientação de pais para lidar com o desenvolvimento de seus filhos.

  • Mecanismos de superação
Desconforto emocional e problemas de relacionamento podem estar associados a deficiências nos mecanismos de superação de desafios, como timidez excessiva, dificuldade de comunicação, falta de assertividade ou controle precário da raiva. A psicoterapia pode ajudar a adquirir ou fortalecer habilidades necessárias.

  • Problemas sexuais
Insatisfação e disfunção sexuais são problemas comuns, podendo surgir constrangimentos para falar sobre eles. Psicoterapeutas podem auxiliar as pessoas a identificarem as dificuldades e a usufruírem o máximo possível de suas vidas sexuais.

  • Perdas recentes
Vínculos fortes são muito importantes para o ser humano. Rupturas dessas ligações – com a morte ou a separação – podem provocar grande dor emocional, sendo indicada a psicoterapia para ajudar a lidar com a perda.

  • Vítimas de trauma ou abuso
Ser vítima de abuso físico ou sexual, ou de qualquer outra forma de violência, pode oprimir a capacidade de superação e deixar cicatrizes que comprometem a habilidade de viver uma vida normal. A psicoterapia cria um espaço confidencial, com apoio e segurança.

  • Uma desordem ou condição clínica mais preocupante
Muitas vezes, as pessoas tendem a atribuir ao cansaço alguns indícios de que há um sofrimento mais sério. Alguns sinais indicam a necessidade de psicoterapia, tanto para um diagnóstico profissional como para a identificação da necessidade de ajuda medicamentosa. A psicoterapia pode ajudar a superar os obstáculos que impedem alcançar os próprios objetivos. Mesmo não havendo uma condição mais séria, a psicoterapia pode ajudar a aprender mais sobre si mesmo, sobre os outros e sobre como viver a vida com maior satisfação pessoal.

  • Futuro: carreira profissional
Questões relacionadas à carreira podem afetar todos os aspectos da vida – família, amigos e mesmo o sentido de quem sou eu. Falar com um profissional treinado em um ambiente seguro e confidencial pode ajudar nessas questões.
O que é um Grupo de Apoio?

É um espaço de compartilhamento de experiências mediado por um profissional especializado no trabalho com grupos e no tema proposto. Todos os participantes compartilham as mesmas questões relacionadas ao tema do grupo.

Como funciona um Grupo de Apoio?

A Aprender Vivo oferece grupos de apoio semanais, com 2 horas de duração, sob a coordenação de um profissional experiente na área.

Quais os benefícios do Grupo de Apoio?

Resignificar experiências e desenvolver novas perspectivas para as dificuldades enfrentadas. Com o auxílio do grupo e do profissional coordenador do grupo, promover mudanças relevantes para o enfrentamento de situações em que se encontram. Tem uma dimensão socioeducativa com informações relevantes para o enfrentamento da situação específica daquele grupo e o apoio emocional promovido pela condução do grupo em ambiente protegido.
Qual o conceito do Grupo de Apoio?

O conceito de grupo

Os pioneiros nos estudos de grupos (JL Moreno, Slavson, Foulkes, Bion e outros) seguiram caminhos diversos, porém com alguns princípios comuns a todos eles, com destaque para a concepção de grupo como uma entidade unitária e a identificação de alguns princípios que regem seu funcionamento e evolução.

As proposições filosóficas e metodológicas de JL Moreno (1993, 1994a, 1994b) fundamentam conceituar grupo como um sistema vivo em contínuas transformações, caracterizado por forças de aproximação, afastamento e indiferença entre os integrantes, reveladas na matriz sociométrica. Constitui-se assim por uma potência interna inicial em contínua interação com o ambiente em que está inserido, produzindo uma estruturação ativa de sua forma e organização, resultando em algo único e imprevisível, que faz com que cada grupo tenha sua própria identidade.

A teoria geral dos sistemas traz também importantes contribuições pela possibilidade que oferece de compreensão da complexidade dos grupos, considerando diferentes níveis de organização. Desse referencial, dois conceitos são particularmente importantes. O primeiro deles é a noção de fronteiras. MacKenzie (1990) salienta que esse conceito pode ser compreendido num sentido físico (porta fechada da sala) ou psicológico (consciência de que duas instâncias são diferentes). Nas intervenções socioeducativas, a principal fronteira é aquela que diferencia a cultura interna do grupo em relação ao mundo externo, responsável pelo fortalecimento da identidade grupal.

O segundo conceito é o de permeabilidade no funcionamento da fronteira. Segundo MacKenzie (1990), a abertura favorece a aquisição de novas informações, a disponibilidade para correr riscos e mudar. Por outro lado, seu fechamento favorece a reorganização do eu. Nos grupos, os participantes vivenciam períodos de mudança intercalados com aqueles de maior reflexão e consolidação.

Num sistema social, segundo esse mesmo autor, funcionam diversas fronteiras:
  • Externa: relativa a temas e experiências que criam um sentido de grupalidade. É particularmente importante no início do grupo.
  • Interpessoal: relativa às interações entre os membros do grupo.
  • Subgrupos: relativa aos subgrupos existentes na estrutura grupal, que podem ser flutuantes. Na Figura 1, ela vai além do grupo pela possibilidade de envolver questões referentes à socialização externa.
  • Liderança: relativa ao líder designado, que tem maior influência e responsabilidade. Pode conter uma equipe de coordenação (co-terapeuta, observador, supervisor).
  • Individual: relativa ao sentido de eu do indivíduo ou seus aspectos conhecidos pelos demais. O autor salienta que estados internos são reconhecidos a partir de interpretações do que é observado do comportamento interpessoal, o que facilita a atenção a esses padrões relacionais.

Considerando-se esses referenciais teóricos, define-se grupo como sendo um sistema constituído por pessoas reunidas com uma tarefa ou função comum, que é a de formar e manter o sistema, constituindo-se, portanto uma estrutura dinâmica de interações, além do conteúdo em desenvolvimento.

Fatores terapêuticos nos grupos

O grupo caracteriza-se como um microcosmo social com importantes propriedades terapêuticas (Yalom e Leszcz, 2006). Esses autores apontaram importantes mecanismos de aprendizagem e sistematizaram vários fatores terapêuticos que operam nos grupos.

MacKenzie (1990) sistematizou esses mecanismos em duas categorias:
  • Decorrentes das interações grupais: apoio mútuo (esperança, aceitação, universalidade, altruísmo), auto-exposição (emoção e integração), aprendizagem com o outro (modelagem, aconselhamento, educação).
  • Decorrentes das intervenções terapêuticas: aprendizagem interpessoal (feedback e experimentar novos comportamentos) e auto-compreensão (experiência emocional corretiva).
Esses fatores atuam em todos os grupos e devem ser estimulados sempre que possível.

Yalom e Leszcz (2006) descreveram a instilação e manutenção da esperança como um importante fator terapêutico. Na etapa de preparação para o grupo, favorece o enfrentamento das dificuldades próprias de uma experiência desconhecida. Um outro fator relevante nas intervenções de tempo limitado é a universalidade, relativa ao reconhecimento de preocupações semelhantes. Favorece a identificação com o outro e o envolvimento mais rápido. Também perceber que não são únicos em suas aflições traz um enorme alívio.

Uma das condições necessárias para a ação dos mecanismos terapêuticos é a coesão grupal. Caracteriza-se pelo pólo de interesse e envolvimento dos participantes, em oposição ao afastamento e absorção consigo mesmo. Yalom e Leszcz (2006) definiram coesão como a resultante das forças agindo sobre os participantes, caracterizando a atração do grupo sobre seus membros. Em grupos coesos, predominam sentimentos de afeto, conforto e a sensação de pertencimento. Gera envolvimento, investimento, exposição e, consequentemente, maior adesão e melhores resultados.
Como é a Supervisão Clínica para terapeutas?

A supervisão clínica reúne um grupo de pessoas interessadas em discutir, atualizar e aprimorar suas práticas profissionais sob a coordenação de um profissional experiente na área. Consta de apresentações de casos clínicos, mantendo o sigilo de dados pessoais, para trazer o foco aos aspectos técnicos e emocionais do profissional que impedem o encaminhamento do processo terapêutico e o desenvolvimento do papel profissional do terapeuta.
Quais os valores dos cursos e serviços?

Capacitação profissional
Pós-graduação - R$9.900,00 à vista com opções de parcelamento
Cursos livres - de R$250,00 à R$2.500,00

Desenvolvimento Profissional
Grupo de apoio e vivências - R$1600,00 à vista com opções de parcelamento

Blog com conteúdo para reflexão e conhecimento – livre acesso e gratuito
Dúvidas sobre família

Quais são os principais problemas causados pela falta de tolerância e diálogo nas famílias?

Uma boa comunicação é uma característica importante em famílias saudáveis. Ajuda a construir vínculos fortes e resistentes para lidar com os desafios da vida - vínculo conjugal, pais-filhos e entre irmãos. Poder conversar sobre qualquer dificuldade que um dos membros da família está enfrentando significa facilidade de diálogo. Suportar as diferenças é tolerância. Pouca tolerância faz por exemplo que pais interrompam os filhos quando eles tentam explicar algo. Pode haver intolerância frente a diferenças de opinião, personalidades, crenças, valores ou metas para o futuro.

Uma boa comunicação é essencial na família. Diálogo é falar e também ouvir. Os maiores desafios são expressar-se de forma clara e objetiva e ser um ouvinte ativo, isto é fazer todo o esforço necessário para ouvir, se esforçando para entender o ponto de vista do outro. Prestar atenção à linguagem verbal e a não verbal. Tolerância é compreender e respeitar o ponto de vista do outro.

A condição para o diálogo está comprometida quando um fica lembrando problemas que já foram resolvidos no passado, tenta controlar comportamentos através da indução de culpa, ignora os sentimentos dos filhos, reclama ou faz um sermão. Esses comportamentos tendem a gerar ressentimento, desconfiança e uma posição de defesa no filho, que pode parar de tentar se comunicar com seus pais. Ou seja, essas condições levam à distância, pouca confiança e pouca cooperação.

A tolerância fica comprometida em famílias muito ligadas em comunicação negativa: críticas, brigas, ficar na defesa etc., comportamentos que reforçam a intolerância. Essa forma de comunicação não fortalece cooperação e o respeito às diferenças (componente da tolerância). 

A falta de diálogo e uma comunicação truncada, com pouca abertura e honestidade para abordar os conflitos, dificultam o desenvolvimento de confiança e, consequentemente, leva a padrões de relacionamento comprometidos, fortes.

O casal, para evitar esse tipo de problema, pode desenvolver uma comunicação saudável em que os pais valorizam estar com os filhos, conversar sobre tudo, criam oportunidades sempre que possível para falar com os filhos.

Comunicação precisa ser praticada para ser eficaz. Quando não há atividades compartilhadas, há falta de tempo para conversas frequentes, os filhos têm dificuldade para desenvolver habilidades interpessoais e fortalecer a confiança – acabam ficando com a impressão de que conversar sobre algo mais difícil é trabalhoso e com pouca chance de dar certo. No entanto, comunicação e responsividade afetiva são as principais condições para um funcionamento familiar saudável e mais ainda para o desenvolvimento da autoestima dos filhos, principalmente na adolescência.

Mais objetivamente, os pais precisam criar tempo para conversar entre si e com os filhos, comunicar pensamentos e sentimentos de forma clara e direta.

Para aumentar a harmonia entre os irmãos, é importante identificar o que se entende por falta de harmonia. Muitos pais não querem que os filhos brigam, mas se esquecem de que brigar é também uma forma de enfrentar conflitos, diferenças e de ocupar o espaço quanto está ameaçado. A questão deveria ser como educar os filhos para que sejam cooperativos. Quanto mais cooperativos, poderão brigar sem culpa porque brigar aproxima também.

O principal instrumento para recuperar um bom relacionamento familiar é uma boa comunicação: falar calmamente e abertamente sobre as dificuldades da família. Assumir que nem sempre concorda com as opiniões pode ajudar a evitar conflitos. Ache tempo para se divertir. Se há um problema financeiro, por exemplo, pode ser útil fazer um plano de ação com um orçamento que todos concordem e possam trabalhar em cooperação.